NENHUMA NOVIDADE, MAS FICA MAIS CLARO DE ENTENDER DESENHANDO…
A Longevidade no Brasil (e no mundo) segue algumas “regrinhas”, tais como gênero, escolaridade, renda, etc.
No gráfico abaixo tentei representar o que isso significa na prática aqui em nosso Brasilzão, e aí…, bem, aí a geografia também entra no processo. Dependendo de onde você nasce a sua longevidade é maior.
A maior expectativa de vida no Brasil está relacionada diretamente à maiores taxas de escolaridade e maior renda per capita, conforme apresento nesse gráfico.
Enquanto quem nasce em Santa Catarina consegue atingir em média quase 80 anos, em Sergipe não atingirá 73 anos. São 7 anos de vida!
Notadamente vemos que a melhor relação é a ESCOLARIDADE, ou seja, a educação faz toda a diferença. Claro que quanto maior a escolaridade, maior a renda, porém, em termos de longevidade, Brasília que tem a maior renda per capita não tem a maior longevidade.
Nossos governantes precisam acordar para oferecer educação de melhor qualidade à população. Certamente teremos melhores condições de saúde, melhor consciência coletiva, aumentaremos o PIB, enfim, o clichê de que “a educação transforma” é a mais pura verdade.
Se colocarmos essa questão geopolítica e social, aumentando a lupa, veremos dados alarmantes para o município de São Paulo, onde a intersecção da exclusão social e da violência estrutural faz com que a expectativa de vida de uma pessoa transgênero, preta e que more na periferia seja inferior a 35 anos. Isso significa cerca de 45 anos de diferença.
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