Dan Buettner certamente é uma lenda no universo da longevidade global. Sem ele teríamos muita dificuldade em entender os pontos comuns das comunidades mais longevas em nosso planeta, as chamadas BLUE ZONES.
Conselhos que na verdade nos deparamos todos os dias, seja na impressa, nas redes sociais ou em aconselhamentos médicos.
Comer moderadamente: Na verdade comer pouco. Percebi que em muitos locais as pessoas mais idosas passaram (especialmente durante a 2ª Guerra) por sérias restrições alimentares. Alimentos nutritivos, mas sem grandes variedades.
Manter-se ativo fisicamente: Mas não significa ir para a academia. Os longevos das Blue Zones quase sempre moram em localidades com relevo acidentado, com muitas subidas e descidas, fazendo com que qualquer deslocamento se configure em uma atividade física importante.
Estabelecer vínculo com a comunidade: Manter-se em contato com a família e amigos. Em geral são comunidades pequenas, cujo senso de pertencimento é muito preservado e vivo. Ter uma rede de proteção não apenas da família, mas de amizades, revigora as ideias.
Ter um propósito: Ter em mente o aprendizado durante toda a vida para si ou para servir ao próximo. Aprender um novo instrumento musical ou língua estrangeira, a mexer com tecnologias, ajudar com voluntariado, enfim, algo para explorar todos os dias.
Uma dose de álcool diariamente: À exceção de Loma Linda, em quase todas as demais Zonas Azuis beber diariamente é fundamental. Na Sardenha então nem se fala, aquele vinho caseiro, mais carregado no teor alcoólico.
Resumindo: Coma pouco, beba com os amigos, seja útil para você e para sua comunidade (fofoque um pouco rsrsrs), e se desloque a pé para todos esses lugares. Isso ajudará a controlar o seu stress diário e poderá lhe dar mais qualidade durante o seu envelhecimento ativo e independente.
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